
PATERNIDADE SOCIOAFETIVA
O sujeito apaixonado resolveu registrar como sua a filha da namorada que sabia ser de outro. Passado algum tempo, o namoro terminou e o pai caridoso, arrependido, quer “deixar de ser pai” para não pagar alimentos e, claro, por uma “pontinha” de vingança. E aí? Trata-se da filiação socioafetiva, na qual existe o reconhecimento da paternidade sem que haja vínculo biológico ou o procedimento formal de adoção. Para sair dessa aciona-se o Judiciário por Ação Negatória de Paternidade c/c Retificação




